A Caverna de Santana é o cartão-postal do PETAR por um motivo simples: nenhuma outra caverna do parque reúne tantos espeleotemas em um mesmo percurso. Cortinas, travertinos, colunas e formações delicadas que levaram milhares de anos pra existir aparecem salão após salão, enquanto o rio Roncador corre em algum lugar abaixo dos seus pés. Não há iluminação artificial: o que você vê é o que a lanterna do seu capacete revela e isso muda completamente a experiência.
Na sequência vem o Morro Preto, com seu pórtico gigante de entrada. A subida pela escadaria termina em um salão amplo banhado pela luz que entra da mata, um dos cenários mais fotografados do parque.
A travessia na Caverna do Couto é fantástica. Entra por uma pequena boca e cruza toda a montanha até uma saída com muita luz e Mata Atlântica, lembrando um mundo perdido.
A tarde é pra desacelerar: banho na Cachoeira do Couto e na Piscina Natural do rio Betari, com água limpa e fria do jeito que a Mata Atlântica manda. Antes de voltar, uma parada no Mirante da Santana ou Rosa dos Ventos, com a vista do vale fechando o dia.
O roteiro não exige nenhuma técnica nem experiência anterior. Só disposição pra caminhar. É a melhor porta de entrada pro PETAR e o passeio ideal para a primeira visita.
Guia local credenciado
Entrada no parque
Capacete com lanterna
Seguro para todo o grupo
Roupa leve que possa sujar
Tênis fechado com boa aderência
Roupa de banho e toalha
Repelente e protetor solar
Garrafa de água e lanche
Respondemos rápido. Conta quantas pessoas são e quando você pretende vir.
Data, tamanho do grupo e o que levar — a gente resolve em cinco minutos de conversa.